A vice-prefeita Angelica Boettge dos Santos em exercício do cargo de prefeita (PSDB) decretou nesta terça-feira (22) situação de emergência nível II nas áreas do município afetadas pelo evento adverso, tempestade local/convectiva – vendaval ocorrido na última segunda-feira (21), com registro de ventos de aproximadamente 100 km/h, ocasionando danos em diversas localidades do Município, de acordo com o decreto nº 6.562 de 2026, conforme levantamento até o momento com perdas estimadas em torno de R$10,283 milhões.
Prefeitura salienta que o referido evento adverso atingiu de forma significativa as atividades agropecuárias desenvolvidas no território municipal, provocando danos diretos à produção agrícola, à infraestrutura produtiva das propriedades rurais e às atividades vinculadas à cadeia produtiva local.
Conforme levantamento realizado pela EMATER/RS-ASCAR, as perdas econômicas diretamente relacionadas às atividades agropecuárias atingidas pelo evento foram estimadas em R$ 10.253.654 milhões.
Segundo a Defesa Civil o vendaval também ocasionou danos em aproximadamente 70 residências localizadas nas áreas atingidas do município, especialmente com o destelhamento de edificações, estimando-se a necessidade de reposição de aproximadamente 300 telhas de fibrocimento, com valor estimado para aquisição em R$ 20.400 mil, situação que demandou a mobilização imediata da Administração Municipal para prestar assistência às famílias afetadas e restabelecer condições mínimas de segurança e habitabilidade.
Relacionado as escolas da rede pública municipal, a Defesa Civil relata que as referidas também sofreram avarias em suas estruturas, contabilizando cerca de 75 telhas afetadas, com custo estimado de recuperação de R$ 10 mil.
O evento também está causando uma série de outros transtornos e perdas decorrentes da falta generalizada elétrica tanto no perímetro urbano e rural.
A administração municipal destaca que o município vem adotando as medidas necessárias para atendimento da população afetada, recuperação dos serviços essenciais e minimização dos efeitos do desastre, mobilizando seus recursos humanos, materiais e administrativos.
Por fim o município aguarda a homologação da situação de emergência por parte do Estado.









